quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

TALVEZ A WARNER PRODUZA "AMANHECER" O QUARTO FILME DA SAGA

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O site Objetivos Famosos, publicou uma noticia a dizer que existe a grande possibilidade de que o 4º filme da Saga Crepusculo: Amanhecer, seja produzido pela mesma produtora de Harry Potter, a gigante, Warner.
Os rumores são de que a Warner já teria entrado em contacto com Stephenie Meyer, e as negociações já estariam em andamento para ser filmado Amanhecer.
E os rumores ainda continuam, parece que não seria produzido um ou dois filmes, e sim pelo menos mais três.
Com seu jeito sempre peculiar, a Summit não confirma o boato. Entretanto, o que sabemos é que o acordo inicial firmado entre Stephenie e a Summit, é de produzir somente Crepusculo, Lua Nova e Eclipse.
Teremos de aguardar as cenas dos próximos capitulos dessa historia…

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Taylor Lautner diz que sentiu medo de fãs brasileiras

Taylor Lautner e Kristen Stewart estiveram no Brasil no final de outubro, mas a estadia da dupla no país continua dando o que falar.

Em entrevista ao programa "Tonight Show", de Conan O'Brien, o ator falou sobre as fãs brasileiras e o único momento de perigo que passou por aqui.

"Já sabíamos que nossos fãs brasileiros eram mais entusiasmados do que o normal. Um dia eu e Kristen estávamos dando entrevistas no segundo andar do hotel quando, de repente, nossos seguranças nos trancaram na sala e pensamos 'o que está acontecendo?'. Calmos, eles nos disseram que 2.000 meninas tinham invadido o saguão do hotel, descoberto que estávamos naquele andar, e que estavam a caminho. Foi o único momento em que me senti realmente em perigo. As 2.000 meninas começaram a bater na porta e a trava começou a quebrar", disse Taylor, aos risos.

Produtor de 'Crepúsculo' pensa em dividir quarto filme da saga em dois

Enquanto "Lua Nova" está batendo recordes de bilheteria, os produtores do longa já estão pensando no quarto filme da saga vampiresca, "Amanhecer".

Em entrevista ao site Collider, o produtor Wyck Godfrey contou que pensa em dividir o último filme da saga em dois: "Ainda não conversamos com diretores ou roteiristas. Eu quero ter um roteiro primeiro antes de escolher um diretor. A divisão em dois filmes certamente é possível".

Wyck ainda comentou sobre as produções de "Lua Nova" e "Eclipse" que foram rodados em sequência: "A coisa mais inteligente que fizemos foi filmar Lua Nova e Eclipse logo em seguida, porque os atores crescem, e os personagens não envelhecem. E acho que manter a estreia de Eclipse em junho de 2010, meio próximo do lançamento de Lua Nova, pode ser bom para o público, acompanhar essa história como se fosse uma coisa só. E isso dá também tempo para trabalharmos mais em Amanhecer".

Protagonistas da série "Crepúsculo" nos cinemas, Robert Pattinson e Kristen Stewart vivem confundindo os fãs sobre o fato de formarem ou não um casal na vida real. Supostamente, os dois teriam confirmado o romance para a "US Weekly", mas em entrevista recente para a "Vanity

Fair", o astro negou o namoro. "Somos bons amigos", disse.

Harper's Baazar/Reprodução

Para saciar a curiosidade dos aficcionados pela saga vampiresca, o Horóscopo ETC fez um estudo comparativo entre o Mapa Natal dos dois atores e identificou quais seriam os aspectos positivos e negativos de um relacionamento entre eles.

De acordo com a Sinastria Amorosa, poucas combinações exigiriam mais ajustes do que esta, que envolveria a Vênus geminiana volátil de Robert com a Vênus pisciana escorregadia de Kristen. Tanto um quanto o outro é muito volúvel, não no sentido da infidelidade necessariamente, mas em relação aos quereres e desejos. Os atores têm tanta coisa para fazer que correm o risco de, simplesmente, não se encontrarem. Compromissos são marcados e desmarcados e ambos tendem a mudar de humor repentinamente.

Por outro lado, Kristen e Robert têm um ponto em comum: o planeta Mercúrio ocupa o mesmo signo, Touro. Este posicionamento similar favorece o entendimento intelectual recíproco. É como se um compreendesse as ideias do outro sem precisar de muito esforço. É um aspecto que gera quase um contato telepático entre o casal, sem que ninguém precise explicar muito as coisas.


Outra compatibilidade notada na Sinastria Amorosa é a interação positiva entre a Lua de Robert e o Plutão de Kristen. Este não é necessariamente um aspecto que garantiria a viabilidade da relação, mas indica uma profundidade da vivência dos sentimentos. Mesmo que quisessem, Robert e Kristen dificilmente conseguiriam viver uma relação superficial, pois Lua e Plutão sugerem que um relacionamento entre eles existiria para que um se conhecesse melhor justamente por causa do outro.

Entre os desafios revelados no estudo está a diferença de objetivos. Na Astrologia, o planeta Marte representa a vontade e a força direcionadas para realizar as coisas a nível concreto. O Sol simboliza a identidade, o eu essencial do indivíduo. Na comparação de mapas dos atores, os astros Sol de Robert e Marte de Kristen encontram-se em conflito, o que pode sugerir uma competição muito grande entre as partes, seja ela óbvia ou velada.

A Astrologia ressalta ainda que para um relacionamento entre Robert e Kristen perdurar seria preciso haver muita maturidade. Os Mapas Natais mostram que ambos são movidos por condicionamentos muito fortes e se desafiam mutuamente. Um tem muita consciência do outro, mas esta é uma consciência crítica: é impossível que se olhem sem perceberem as falhas e fraquezas um do outro. Deste modo, ainda que se gostem e se atraiam, vão se criticar.

Astro de "Lua Nova", Robert Pattison admitiu sentir ciúmes do colega de filmagen Taylor Lautner, segundo o jornal inglês "The Sun".

"Foi increvelmente perturbador ver a transformação de Taylor. Eu simplesmente percebi que o meu corpo de garotinha pré-adolescente não iria funcionar mais", confessou. "Quando o vi, pensei: serei demitido", exagerou.

Você Conhece Robert Panttinson?


Diário vaticano critica “Lua Nova”, a saga do filme Crepúsculo


O jornal L’Osservatore Romano (LOR) publicou em sua edição desta sexta-feira um artigo no qual critica a nova produção “Lua Nova (New Moon)”, saga de “Crepúsculo”, uma história que relata o triângulo amoroso entre um vampiro vegetariano, um lobisomem e uma adolescente solitária que não encaixa em seu ambiente.

Esta segunda parte da saga mostra a protagonista Bela Swan, deprimida pela partida de seu noivo Edward Cullen, o vampiro, que a deixa para não colocar a vida de sua amada em perigo. Assim se aproxima de seu amigo Jacob Black, quem na realidade é um lobisomem.

“Em Lua Nova –diz LOR– Bela acaba de cumprir 18 anos, mas está cheia de cicatrizes não curadas, não só exteriores, é uma moça próxima aos lobisomens que vive em equilíbrio entre dois mundos e foi ferida por quem deveria tê-la protegido”.

O jornal vaticano assinala que este filme “já gerou comentários de muitos (críticos profissionais e não profissionais, bloggers e outros) e a repetição até o cansaço do já foi dito e ouvido sobre o primeiro episódio: se trataria de pura propaganda moralmente perigosa, de um ‘elogio à repressão sexual em si mesma’, de uma espécie de anúncio cristão camuflado como best seller juvenil”.

Com esta tendência, diz o artigo, “terei que tirar o chapéu” para a autora Stephanie Meyers, quem escreveu a saga e “que foi capaz de dourar a pílula para encobrir o severo alerta obscurantista com alguns” clichês “para ir criando uma máquina de dinheiro que funciona à toda potência em todo o mundo”.

Depois de comentar o tratamento pouco claro da produção sobre a sexualidade, LOR descreve que no filme “existe uma zona escura, uma hostil ansiedade comum a todos os personagens principais, assim como o medo a serem divididos pelo tempo que passa (apenas para Bela, a protagonista, pois Edward, o vampiro, terá sempre 17 anos) e o terror de decepcionar a pessoa amada, de perdê-la para sempre ou de causar-lhe um mal irremediável, como sucedeu com o Romeu” de Shakespeare.

Como em Crepúsculo, “a opção por fazer que os ‘monstros’ assim como os vampiros e os lobisomens falem é um eficaz instrumento expressivo fazendo que a própria pessoa esteja diante do enigma da liberdade e do misterioso impulso de morte que envenena a vida gerando violência, infelicidade e caos no mundo dos humanos, a ‘ferida original’ que todos têm dentro”.

É melhor, prossegue o artigo do LOR, “evitar chamar ‘pecado’ (seu aroma a incenso poderia alarmar aos laicistas) à ‘ferida original’ que pode ser traduzida como a sombra que envolve as relações de amizade ou amor, que transforma à chamada sociedade civil em uma instância de crueldade e ferocidade”.

Pode-se ver, ademais, “a facilidade com a que um afeto profundo ou inclusive uma relação de simples empatia se transforma em uma relação de poder, e o gosto amargo da ‘espinhosa realidade’, como escrevia Rimbaud, que se revela na contínua repetição do mecanismo de ‘tensão para o cumprimento, desilusão, reação violenta’”.

O texto assinala também que a “cada certo tempo o registro constantemente alto do roteiro faz tropeçar os diálogos em qualquer ingenuidade e não faltam algumas estupidez e quedas da tensão, sobre tudo nas cenas rodadas na Itália, em Montepulciano (…) mas os intérpretes parecem convincentes (ao menos até agora) e irônicos inclusive fora do set: ‘75 por cento do mérito é dos cabelos’, responde Robert Pattinson (Edward) ao ser perguntado pelo êxito planetário do bom vampiro, um pouco James Dean, um pouco ícone dark de quem vive na cidade mais chuvosa dos Estados Unidos”.

De outro lado, o perito em cinema do Pontifício Conselho para a Cultura, Dom Franco Perazzolo, assinalou que a esta produção constitui “um vazio mais perigoso que qualquer tipo de mensagem desviada”.

“O gênero vampiresco combina uma série explosiva de imagens que sempre atrai às jovens gerações para os extremos, depois do qual se encontra o vazio”, disse.